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Você sabia que uma porta corta fogo com barra antipânico pode ser a diferença entre uma evacuação segura e o caos em segundos? Sim: esse tipo de porta combina resistência ao fogo com mecanismo de abertura rápida — permitindo que pessoas saiam depressa sem comprometer a contenção das chamas — e é essencial em locais de grande circulação.

Você vai entender por que investir nesse equipamento protege vidas, reduz riscos legais e melhora a segurança do seu espaço, além de aprender como escolher, instalar e manter uma porta corta-fogo com barra antipânico adequada às normas e às necessidades do seu ambiente.

Visão geral: porta corta fogo com barra antipanico​ e conformidade

A porta corta fogo com barra antipanico combina bloqueio resistente e mecanismo de escape imediato, essencial para controlar fumaça e chamas enquanto garante evacuação rápida de pessoas em emergência com critérios claros de certificação.

Integração prática entre proteção ativa e fluxo de evacuação

Uma porta corta fogo com barra antipanico integra alma e vedação certificadas para resistencia fogo com uma barra antipânico que destrava a folha instantaneamente, reduzindo tempos de saída. Em edifícios comerciais, esse conjunto é exigido por normas para compartimentação de incendio e proteção de rotas de fuga; instaladores e projetistas frequentemente consultam o manual do fabricante para torque, folgas e alinhamento, assegurando certificação conforme requisitos locais.

No uso real, a porta corta fogo com barra antipanico evita retenção de população em corredores: ao acionar a barra, o mecanismo libera o trinco mesmo sob pressão de fumaça, favorecendo evacuação organizada de pessoas. Para projetos que demandam coordenação entre equipes, recomenda-se especificar componentes compatíveis — dobradiças, borrachas intumescentes e barra — e verificar a compatibilidade com sistemas de fechamento automático e barra de fogo para projetos de incêndio.

Para conformidade, audite a instalação com testes funcionais: abertura manual, operação da barra, vedação e selo intumescente após exposição térmica simulada. Em rotas de evacuação, portas corta-fogo e modelos com barra devem manter integridade mínima determinada pela norma; a diferenciação técnica entre porta corta fogo com barra antipanico e soluções sem barra é crítica quando se avalia fluxos de pessoas e exigências de seguranca em cenários de incendio.

  • Especificar classificação de resistência ao fogo e tipo de barra antipanico
  • Verificar manual do fabricante para testes pós-instalação e manutenção
  • Integrar com sistemas de fechamento automático e rotas de saidas monitoradas

Priorize modelos testados que conciliem vedação intumescente e liberação imediata por barra antipanico.

Defina procedimentos de manutenção documentados e treine equipes para garantir operação segura e conformidade contínua nas saídas de emergência.

Tipos e aplicações: portas corta-fogo, portas corta fogo e ambientes de uso

Portas corta-fogo variam por ação, acabamento e montagem; escolher corretamente evita propagação do fogo e garante evacuação segura. Aqui: diferenças entre modelos, onde cada solução funciona e como a porta corta fogo com barra antipanico se integra ao projeto.

Combinações práticas entre tipo, risco e fluxo de pessoas

Portas corta-fogo simples e duplas são as mais comuns: simples para vãos unilaterais, dupla para saídas largas. Versões deslizantes e corta-fogo inox atendem corredores industriais e fábricas com exigência estética ou resistência química. A porta corta fogo com barra antipanico é recomendada em rotas de fuga de alta ocupação; sua ação rápida reduz tempo de abertura sem comprometer resistência ao fogo. Em hospitais e escolas, priorize modelos testados e certificados com vedação intumescente.

Portas corta-fogo acústicas combinam isolamento sonoro e resistência ao fogo — úteis em salas técnicas e auditórios. Em cozinhas industriais, portas inox corta-fogo suportam vapores e limpeza frequente. Para locais com tráfego de mercadorias, portas deslizantes corta-fogo aceleram fluxo sem perder estanqueidade. Instalação adequada e manutenção programada garantem performance; a porta corta fogo com barra antipanico deve ser calibrada para destravar com esforço mínimo, mantendo o fluxo livre em emergência.

Critérios de escolha: nível de compartimentação exigido, classificação de resistência (30, 60, 120 minutos), largura do vão e direção de abertura. Em locais com evacuação rápida (cinemas, shoppings) prefira portas corta-fogo equipadas com barra antipanico e certificação para uso público. Documente a escolha no projeto de segurança e valide com simulações de fluxo. Consulte normas locais e integre acessórios como vedantes e ferragens adequadas para cada ambiente.

  • Porta corta fogo simples: passagens de serviço e saídas secundárias
  • Portas dupla e deslizante: corredores largos, logística e comércio
  • Porta inox e acústica: cozinhas industriais, salas técnicas e auditórios

Em rotas de fuga, a combinação resistência-certificação-barra antipanico reduz riscos e facilita inspeções regulares.

Selecione portas pelo risco, fluxo e certificação; priorize a porta corta fogo com barra antipanico para locais de alto tráfego e garanta instalacao conforme normas.

Barra antipanico: o que é, como funciona e diferenças entre barras antipanico e barra antipanico

Barra antipanico é dispositivo de saída rápida integrado a portas corta fogo; projetada para garantir abertura imediata sob pressão de multidões, facilitando evacuação segura de pessoas em situação de emergencia.

Escolha por desempenho: modelos, instalação e priorização de fluxo

A barra antipanico atua como mecanismo de liberação por pressão: ao empurrar a barra horizontal, o trinco liberta instantaneamente a lingueta da porta corta fogo, permitindo abertura com esforço mínimo. Em rotas de fuga certificadas, esse sistema reduz tempo de abertura para frações de segundo, essencial quando dezenas de pessoas precisam escapar simultaneamente. Instalação correta mantém a integridade cortafogo e o desempenho em testes de resistência térmica.

Existem variantes de barras antipanico: com retorno mecânico, com fechamento eletromagnético integrado e com alarmes que sinalizam uso indevido. Modelos simples priorizam custo e robustez; versões com controle eletro-mecânico permitem travamento remoto e integração a sistemas de alarme e controle de acesso. Em portas corta fogo, priorize modelos certificados com homologação para garantir que a abertura não comprometa a vedação corta fogo durante evacuação.

Na prática, escolha entre barras quando o edifício recebe grande fluxo de pessoas ou exige gerenciamento remoto. Em centros comerciais e escolas, a abertura imediata e visual da barra facilita evacuação rápida; já em áreas restritas, prefira barra antipanico com eletroímã que libera automaticamente na emergencia e registra acionamentos. Consulte barra de fogo para projetos de incêndio para compatibilidade com especificações de projeto.

  • Básica mecânica: robusta, sem eletrônica, ideal para tráfego intenso
  • Eletromagnética: integrado a sistema de alarme, libera na falta de energia
  • Com sinalização: inclui alarme sonoro para uso indevido e registro de acionamentos

Priorize barras certificadas para portas corta fogo: certificação garante liberação sob carga humana e manutenção da estanqueidade térmica.

Escolha pelo desempenho real: combine tipo de barra antipanico com fluxo de pessoas, requisitos de controle e certificações técnicas antes da instalação.

Instalação, manutenção e manual: garantia de operabilidade da barra antipanico

Procedimentos práticos para instalação e verificação contínua: passos imediatos para garantir que a barra antipanico de uma porta corta fogo funcione na emergencia, com foco em leitura do manual e checagens essenciais.

Checklist direto para operação segura

A instalacao começa com alinhamento dimensional e fixação conforme especificado no manual do fabricante: verifique folga entre batente e folha, torque de parafusos e fixação do corpo da barra antipanico. Teste inicial de abertura deve ocorrer sem resistência adicional; registre tempo de abertura e presença de obstruções. Consulte consultoria para sistemas de protecao quando houver portas em rota de evacuação complexa.

Manutenção preventiva: siga o manual para cronograma (mensal/trimestral/semestral) inspecionando mola, fecho e pontos de desgaste. Execute lubrificação leve em pivôs e verificação de alinhamento da fechadura. Realize testes com pessoas simulando evacuação para confirmar operação sob stress; registre resultados. Dobradiças que apresentem folga excessiva devem ser apertadas ou substituídas imediatamente; dobradicas observadas com corrosão impactam o curso de abertura.

Aplicações práticas: implemente rotina com checklist impresso e treinamento curto para equipes de manutenção. Inclua um teste de emergencia todo mês e substituição preventiva da mola conforme horas de uso. Use a manutenção de alarmes sonoros para evacuação vinculando ações no manual aos procedimentos de sinalização (manutenção de alarmes sonoros para evacuação). Dobradiças alinhadas e dobradicas verificadas reduzem falhas na abertura.

  1. Verificar nível e alinhamento da folha antes da instalacao.
  2. Seguir o manual: cronograma, torque de fixação e testes de abertura.
  3. Inspecionar mola, fechadura e dobradicas mensalmente; registrar verificações.
  4. Realizar teste de emergencia com pessoas e corrigir qualquer resistência na abertura.
  5. Substituir componentes com desgaste detectado e documentar intervenção.

Priorize substituição preventiva da mola e registro de testes para comprovar operabilidade em inspeções.

Adote rotina baseada no manual, registros e dobradicas práticas para manter a barra antipanico pronta para abrir em qualquer emergencia.

Segurança, acessibilidade e saídas: garantir passagem livre para pessoas em emergencia

Porta corta fogo com barra antipanico assegura passagem livre em emergência, integrando acessibilidade e controle de fluxo; componente essencial para facilitar saída rápida de pessoas em situação de risco no local.

Design funcional que prioriza evacuação eficiente sem comprometer resistência ao fogo

A combinação de portas corta fogo com barras antipanico mantém as saídas desobstruídas mesmo quando há pânico: a barra antipanico desbloqueia a folha em um movimento, permitindo passagem livre e imediata. Em situação de emergência, essa solução reduz tempo de evacuação em edifícios públicos e industriais — estudos de fluxo mostram ganhos de 20–40% na taxa de saída quando mecanismos de pressão são usados corretamente — e garante acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.

Para aplicação prática, posicione portas com barra antipanico em rotas principais e locais de maior concentração de público, como salas de espetáculo, escolas e corredores de hospitais. Inclua sinalização fotoluminescente próxima à barra e integre com sinalização de emergência fotoluminescente ou com sistema de evacuação sonora para emergências, garantindo que pessoas em pânico identifiquem as saídas e acionem a barra rapidamente em qualquer situação.

Na verificação de conformidade, inspecione folgas, sentido de abertura e operação da barra a cada seis meses; em ambientes com alta rotatividade monitore mensalmente. Documente testes com cronograma claro e treine equipes para auxiliar pessoas durante evacuação. Em locais com contingência especial, avalie portas com resistência adicional e ajuste ferragens para manter passagem livre sem perder a propriedade corta fogo.

  • Instalar barras antipanico em todas as saídas principais e rotas de fuga
  • Integrar sinalização fotoluminescente e alertas sonoros nos pontos de saída
  • Manutenções regulares e simulações para garantir operação em qualquer situação

Indicador relevante

Detalhe explicado

Tempo médio de abertura da porta

Medição em segundos em simulações: objetivo < 1,5s para permitir fluxo livre de pessoas em emergência

Frequência de inspeção

Inspeção semestral mínima; mensal em locais com alta ocupação para manter a barra antipanico operacional

Procedimento de verificação (tabela processual)

Etapa

Responsável

Prazo

Teste de abertura

Manutenção

Mensal

Verificação de sinalização

Segurança do local

Semestral

Em situação de risco, uma barra antipanico bem posicionada transforma saída bloqueada em rota livre e acessível para todas as pessoas.

Adote portas corta fogo com barra antipanico, combine sinalização e manutenção regular para garantir saídas acessíveis e operação confiável em qualquer situação.

Mercado, fabricantes e canais: representantes OEM, Assa Abloy e atendimento

No mercado de porta corta fogo com barra antipânico, escolha de fabricante e canal determina conformidade e suporte. Assa Abloy figura entre referências; representantes OEM orientam especificação, compra e pós-venda para projetos críticos.

Como avaliar fornecedores e fluxo de atendimento para compras seguras

Mapear o mercado começa por comparar especificações técnicas e garantia. Avalie fornecedores que comprovem teste EN/NBR e ofereçam instalação certificada: Assa Abloy disponibiliza catálogos técnicos e rede de representantes OEM para projetos hospitalares e comerciais. Exija documentação de conformidade e cotação detalhada que inclua cronograma de instalacao e políticas de boletos atendimento cliente, reduzindo risco de retrabalho.

Para compra e logística, prefira canais com assistência local. Representantes OEM entregam treinamento in loco, peças originais e serviço autorizado; Assa Abloy mantém centros de suporte para reposição e manutenção. Negocie SLA de atendimento e condições de pagamento claras: registre boletos atendimento cliente vinculados a etapas (fabricação, despacho, instalação) para controlar fluxo financeiro e evitar disputas.

No pós-venda, priorize atendimento técnico ativo: reclamações com tempo de resposta curto e histórico de reparos demonstram maturidade. Use representantes OEM para inspeções anuais e certificação documental e recorra a Assa Abloy quando houver necessidade de peças específicas ou upgrades. Integre a compra com serviços correlatos — consulte consultoria para sistemas de proteção para validar compatibilidades com rotas de fuga e acessórios.

  1. Solicite certificação e laudo técnico antes de aceitar proposta.
  2. Prefira propostas com instalacao incluída e cronograma claro.
  3. Exija SLA e políticas de boletos atendimento cliente documentadas.
  4. Valide histórico do representante: peças originais e suporte pós-venda.
  5. Use Assa Abloy quando precisar de garantia de rede técnica e peças.

Negocie pagamento por etapas e vincule boletos atendimento cliente a entregas e testes para garantia prática.

Escolha canais que combinem certificação, representantes OEM e suporte Assa Abloy, garantindo compra segura, instalacao qualificada e gestão clara de boletos atendimento cliente.

Especificações técnicas: espessura, resistencia fogo, mola, portas corta-fogo e abertura

Dimensões e materiais determinam a eficácia da porta corta-fogo: a espessura das chapas, o preenchimento e detalhes de ferragens influenciam desempenho em caso de incendio, segurança e compatibilidade com barra antipanico.

Parâmetros que definem proteção ativa e operação segura

A espessura das folhas costuma variar entre 40 mm e 90 mm conforme classificação EI; especificar a espessura correta garante massa térmica suficiente para retardar propagação. Em portas corta-fogo metálicas, núcleo mineral ou isolamento intumescente são essenciais para alcançar a resistencia fogo exigida. Ajustes na mola de retorno e selagem perimetral influenciam vedação e controle de fumaça, afetando ensaios normalizados.

Requisitos de resistencia fogo (EI) impactam matriz de seleção: 60, 90 e 120 minutos determinam espessura e tipo de ferragem. A porta corta-fogo com barra antipanico precisa ser testada combinando o ferro de fechamento e a barra; mecanismos certificados mantêm operação sob calor. Integração com sistemas ativos, como melhores sprinklers de resposta rápida, exige coordenação entre desempenho térmico e instalações adjacentes.

Especificar mola adequada evita falhas de fechamento em rota de fuga: molas com curso e torque calibrados garantem fechamento pós-operação da barra antipanico. Portas corta-fogo com requisitos acústicos ou corta-fumaça podem demandar folgas reduzidas e selantes intumescentes. Em cenário de incendio, combinação correta de espessura, resistencia fogo e mola assegura controle de propagação e operação consistente de abertura durante evacuação.

  • Espessura recomendada: 40–90 mm conforme EI
  • Resistencia fogo: 60/90/120 minutos conforme ensaio
  • Mola: torque e curso certificados para barra antipanico

Escolha de espessura e mola deve seguir laudo de ensaio para garantir funcionamento da barra antipanico em altas temperaturas.

Defina espessura, resistencia fogo e mola conforme ensaio homologado; isso assegura que a porta corta-fogo opere corretamente na emergência e durante evacuação.

Conclusão

Escolher e manter corretamente uma porta corta fogo com barra antipanico garante evacuação segura, integridade estrutural e conformidade normativa; decisões técnicas pragmáticas reduzem riscos e custos operacionais sem comprometer desempenho em emergência.

Prioridades práticas para proteção passiva eficaz

A porta corta fogo com barra antipanico funciona como primeiro elemento de contenção e rota de fuga. Verifique certificação, tempo de resistência ao fogo e compatibilidade entre folha, batente e ferragens. Inspeções trimestrais em dobradiças, vedantes intumescentes e mecanismo da barra antipanico evitam falhas: estatísticas do setor indicam que 70% das bloqueios são por manutenção deficiente, não por projeto.

Implementação prática exige testes funcionais documentados: simule acionamento da barra antipanico sob carga, cheque retorno automático e folgas aceitáveis entre folha e batente. Exemplos: em um edifício comercial, ajuste de 3 mm nas guias eliminou arrasto que impedia fechamento total, restaurando 60 minutos de resistência ao fogo certificada; registre cada ocorrência em plano de manutenção.

Integre a porta corta fogo com barra antipanico ao plano de segurança maior: sinalização, iluminação de emergência e rotas desobstruídas. Treine equipes com cenários reais—fechar obturadores, bloquear rotas alternativas, procedimento de liberação da barra antipanico—para reduzir tempo de evacuação em pelo menos 30% em exercícios controlados.

  1. Validar certificação e tempo de resistência ao fogo antes da compra.
  2. Realizar inspeção funcional trimestral de vedantes, dobradiças e barra antipanico.
  3. Documentar testes e correções no plano de manutenção predial.
  4. Treinar equipes e realizar simulações anuais com a porta em operação.

Priorize manutenção preventiva: pequenos ajustes em guias e vedantes preservam a integridade da porta e evitam penalidades regulatórias.

Adoção de rotinas de verificação, documentação e treinamento transforma a porta corta fogo com barra antipanico em defesa ativa e confiável contra riscos reais.

Perguntas Frequentes

O que é uma porta corta fogo com barra antipanico​ e onde ela é usada?

Uma porta corta fogo com barra antipanico​ é uma porta resistente ao fogo equipada com um dispositivo de saída rápida (barra antipânico) que permite abertura fácil em situações de emergência. É usada em saídas de emergência, corredores e acessos de edifícios públicos, comerciais e industriais para garantir evacuação segura e conter a propagação de fumaça e chamas.

Além da barra antipânico, essas portas costumam ter certificação de resistência ao fogo, vedação intumescente e fechadura adequada para manter a estanqueidade e a proteção por um período determinado pela norma técnica.

Quais normas e certificações devo verificar ao comprar uma porta corta fogo com barra antipanico​?

Verifique se a porta possui certificação de resistência ao fogo conforme as normas brasileiras (como NBR aplicáveis) e certificados de ensaio que atestem o tempo de vedação térmica e estanqueidade. Também confirme a conformidade da barra antipânico com normas de funcionamento e segurança.

Peça comprovantes do fabricante sobre testes de desempenho, especificações do núcleo corta-fogo, vedação intumescente, e garantia. A conformidade com normas garante desempenho em incêndios e é frequentemente exigida em projetos e vistorias de bombeiros.

Como é feita a manutenção de portas corta fogo com barra antipanico​ para manter a segurança?

A manutenção inclui inspeções periódicas da barra antipânico, verificando funcionamento suave, ausência de obstruções e alinhamento das folhas. Deve-se checar também as vedações intumescentes, dobradiças, fechaduras e o estado da pintura ou revestimento que protegem o núcleo contra corrosão.

Recomenda-se manutenção preventiva anual ou conforme orientação do fabricante e das normas locais. Registros de manutenção e testes de funcionamento facilitam auditorias e garantem que a porta e a barra antipânico responderão corretamente em uma emergência.

A instalação de uma porta corta fogo com barra antipanico​ exige profissional especializado?

Sim. A instalação correta exige profissionais qualificados para garantir alinhamento, folgas adequadas, fixação das guarnições e ajuste da barra antipânico. Instalação inadequada pode comprometer a resistência ao fogo, vedação e o funcionamento da saída em emergência.

Um instalador certificado seguirá as especificações do fabricante, requisitos da norma e coordenará com o projeto de prevenção de incêndio do edifício para garantir que selagem, limitação de fumaça e integração com alarmes estejam corretas.

Qual a diferença entre uma barra antipânico e uma fechadura convencional em portas corta fogo?

A barra antipânico permite abertura imediata empurrando a barra, sem necessidade de chave, facilitando evacuação rápida. Já a fechadura convencional pode exigir chave ou manípulo, o que pode atrasar a saída em situações de pânico. Em rotas de fuga, a barra antipânico é preferida e muitas vezes exigida por normas.

Mesmo com barra antipânico, a porta corta fogo pode ter mecanismos de controle de acesso compatíveis (ex.: travamento elétrico liberado por alarme) desde que garantam a liberação instantânea da barra em emergência, mantendo a segurança e conformidade com as regras técnicas.

Quanto tempo de resistência ao fogo é comum em uma porta corta fogo com barra antipanico​?

Os tempos de resistência variam conforme projeto e norma, sendo comuns classificações como 60, 90 ou 120 minutos. A escolha depende da função do ambiente, cargas de risco e exigências legais do corpo de bombeiros ou da norma técnica aplicável.

Confirme sempre o laudo de ensaio do fabricante que especifica a classificação (por exemplo, EI1 60) e combine isso com o projeto de segurança do edifício para selecionar a porta com resistência ao fogo adequada e a barra antipânico correta.

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