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Você sabia que uma porta pode ganhar minutos valiosos para salvar vidas durante um incêndio? A instalação de porta corta fogo garante justamente isso: criar uma barreira resistente ao fogo que protege pessoas e reduz danos, quando feita corretamente e conforme normas.

Você vai entender por que esse investimento faz diferença na segurança do seu imóvel, quais cuidados básicos garantir — desde escolha do modelo até vedação e manutenção — e como reconhecer uma instalação feita de maneira segura para evitar falhas que comprometem a proteção.

Normas e classificação: abnt e padrão para portas corta-fogo

Normas ABNT definem critérios técnicos e classificações essenciais para a instalação de portas corta-fogo, indicando resistência ao fogo, classificação de vaivém e requisitos de vedação para garantir desempenho conforme projeto e legislação local.

Critérios técnicos que transformam especificação em prática

A conformidade com ABNT é obrigatória para assegurar a integridade de rotas de fuga: a norma estabelece ensaios de resistência ao fogo (ex.: EI30, EI60), requisitos de folga, vedação e ferragens. Na instalação de portas corta-fogo, seguir o padrão de ensaio e o manual do fabricante garante que a porta corta-fogo entregue o desempenho declarado em ensaios laboratoriais, conforme certificado.

Em obras, classificação padrao influencia escolhas: portas com classificação EI60 exigem perfis, selantes e cilindros de fechamento distintos de uma EI30. Exemplos práticos: em um corredor técnico com risco de propagação rápida, especificar porta corta-fogo EI90 e vedação automática conforme ABNT reduz taxa de fumaça e permite compartimentação adequada, alinhando projeto, instalação e manutenção conforme laudo.

Checklist de instalação conforme padrão ABNT inclui nivelamento, alinhamento de batente, montagem de folhas, selagem perimetral com materiais certificados e ajuste das ferragens. Testes pós-instalação — fechamento automático, resistência ao choque e inspeção visual das vedações — comprovam conformidade. Manutenção periódica também faz parte da norma: registros e certificações devem acompanhar a porta corta-fogo durante a vida útil.

  • Classificação de resistência (EI30, EI60, EI90) e implicações de especificação
  • Materiais de vedação e selantes certificados conforme ABNT
  • Testes e registros pós-instalação para comprovar conformidade

Indicador relevante

Detalhe explicado

Cronograma de instalação (dias)

Dia 1-2

Verificação de alvenaria e folgas

Dia 3

Instalação do batente e fixação

Dia 4

Montagem da folha, ajustes e vedação

Dia 5

Teste de fechamento e emissão de relatório

Requisito de conformidade

Instalar somente componentes certificados ABNT e registrar ensaios e laudos para provar que a porta corta-fogo foi instalada conforme o padrão exigido

Exija certificado ABNT do fabricante antes da compra; selo e laudo definem se a porta corresponde ao padrao requerido.

Siga as especificações ABNT e o padrao técnico do fabricante: documentação, testes e manutenção comprovam conformidade e garantem proteção real das rotas de fuga.

Onde e quais portas instalar: tipos (simples, porta dupla, folha) e localização

{ "sectionTitle": "Onde e quais portas instalar: tipos (simples, porta dupla, folha) e localização", "opening": "Decisão de tipos e locais influencia resistência ao fogo e fluxo de evacuação. Indicativo prático: usar porta corta certificada em rotas de fuga, divisórias corta-fogo e compartimentações entre áreas de risco e uso público.", "subheading": "Escolha técnica por função e tráfego", "body": [ "Para corredores de evacuação e saídas principais, a instalação de porta corta com largura mínima livre e fechamento automático é mandatória. Em edifícios comerciais adote porta dupla quando largura de passagem excede 1200 mm ou para fluxo bidirecional intenso; porta dupla reduz engarrafamento e mantém integridade de compartimentos. Em vestiários ou áreas técnicas, uma solução simples e certificada reduz custos sem comprometer estanqueidade.", "Entrada para áreas de risco (cozinha industrial, garagem, casas de máquinas) exige portas corta com grau de resistência compatível ao risco e vedação termoacústica. Use folha única com guarnição reforçada em paredes corta-fogo quando o tráfego for baixo; a folha permite fechamento mais rápido e menor manutenção. Onde há movimentação de equipamentos ou pallets, priorize porta dupla com travamento central e dimensionamento para empilhadeiras.", "Posicionamento prático: portas corta em antecâmaras, entre zonas de compartimentação e nas interseções de rotas horizontais e verticais. Em rotas de saída secundárias prefira modelos simples com mola de retorno e folga para isolamento automático; em pátios de carga, adote porta dupla com coordenador de folhas para garantir fechamento sequencial. Consulte acessórios como barra de fogo para projetos de incêndio ao especificar ferragens.", "list": [ "

  • Porta dupla: indicada para fluxos largos, edifícios públicos e locais de carga; coordenador de folhas e travamento central são obrigatórios.

", "

  • Porta simples (folha única): adequada para compartimentos técnicos e rotas de baixa circulação; escolha folha com vedação e auto-fecho certificados.

", "

  • Portas corta em circulações verticais: instalar em antecâmaras de escadas, hall de elevadores e compartimentos de máquinas para impedir propagação vertical do incêndio.

" ], "callout": "A seleção entre folha e porta dupla deve priorizar resistência ao fogo, fluxo real e compatibilidade com sistemas de evacuação.", "closing": "Dimensione e localize portas corta conforme risco, tráfego e compartimentação; especificações corretas garantem proteção ativa e continuidade operacional imediata." }

Equipamentos e acessórios essenciais: barras antipanico, fechadura, macaneta e batente

Barras antipanico integradas à porta corta‑fogo garantem saída rápida e conforme norma, complementadas por fechadura adequada, macaneta resistente e batente certificado, elementos essenciais para desempenho e segurança em emergência.

Componentes que determinam a eficácia da rota de fuga

Barras antipanico devem ser especificadas por classe de desempenho; escolha modelos com certificação EN ou ABNT conforme o projeto. As barras antipanico atuam liberando o trinco com pressão lateral mínima, permitindo evacuação mesmo com fumaça. A seleção influencia ensaios de vedação e resistência térmica; integrar a barra antipanico à folha reduz falhas comuns de travamento durante incêndio. Complementar com inspeção trimestral assegura conformidade.

A fechadura precisa ser compatível com a barra antipanico e projetada para portas corta‑fogo: prefira fechadura com retenção térmica e pino fusível para evitar deformação sob calor. A macaneta deve ser robusta, de retorno automático, instalada a altura normativa e livre de elementos que bloqueiem acionamento. Exemplos práticos: fechadura com mecanismo de escape permite controle de acesso sem comprometer rota; macaneta escamoteável evita engates em corredores estreitos.

O batente determina alinhamento e estanqueidade; escolha batente metálico com junta intumescente integrada para preservar classificação corta‑fogo. Na montagem, posicione o batente com prumo rigoroso e uso de ancoragem química em alvenaria; verifique folgas entre folha e batente para assegurar atuação eficiente das barras antipanico. Integre esses equipamentos ao plano de manutenção que inclui lubrificação de pivôs e verificação do contato com borracha de vedação. Consulte também proteção ativa como o extintor de incêndio para complementar medidas.

Instalação coordenada reduz retrabalhos: alinhe especificações da barra antipanico com a fechadura e batente desde o detalhamento, e padronize macanetas para reduzir erros em manutenção.

  • Barras antipanico: escolha certificada, acionamento mínimo e manutenção trimestral.
  • Fechadura: modelo com retenção térmica e compatibilidade com sistema antipanico.
  • Macaneta: retorno automático, altura normativa e sem obstruções.
  • Batente: metálico, junta intumescente e ancoragem correta para estanqueidade.

Padronizar marcas entre barra antipanico, fechadura e batente reduz falhas operacionais e custos de manutenção.

Defina especificações no projeto executivo, exija certificações na aquisição e insira checagens periódicas no plano de manutenção operacional.

Processo de instalação: instalação de porta corta fogo em alvenaria e execução conforme padrão

instalação de porta corta fogo demanda sequência técnica na alvenaria: preparo do caixilho, checagem de folgas e alinhamento para vedação e ancoragem, ação essencial para compartimentação e segurança passiva do edifício.

Checklist prático para executar montagem padronizada

Antes da montagem, verifique projeto e especificações do fabricante: medições de vão, tipo de folha e resistência ao fogo. A instalação de porta corta fogo exige servicos de assinatura qualificada, selagem com materiais intumescentes e chumbamento do quadro com buchas e vergalhões indicados para garantir desempenho térmico e acústico. Registre tolerâncias e faça teste de abertura para validar folgas conforme prescritas.

Na fase em alvenaria, prepare o revestimento e corrija prumo e esquadro do batente: ancoragens devem ficar embutidas 20–40 mm na massa, seladas com argamassa refratária quando necessário. Os servicos de acabamento incluem rejuntes e pintura intumescente em encontros críticos. A instalação de porta corta fogo requer atenção especial ao uso de guarnições e vedações cortafogo para garantir estanqueidade e funcionamento sob pressão de fumaça.

Montagem final: ajuste ferrolhos, alinhamento de dobradiças e teste de fechamento automático com mola ou cierrapuertas. Execute a instalação de porta corta fogo com documentação fotográfica, etiqueta de resistência e liberação por responsável técnico. Integre sinalização e iluminação de rota com sinalização fotolumiscente de emergência para orientar evacuação e cumprir normas.

Ao aplicar procedimentos, registre resistências testadas e cronograma de manutenção preventiva para validar desempenho ao longo do tempo. A instalação de porta corta fogo deve seguir rotina de verificação semestral em locais de alto fluxo.

  • Verificação inicial: medidas, projeto e fabricante
  • Fixação em alvenaria: ancoragem, selagem intumescente, prumo
  • Comissionamento: testes de fechamento, etiquetagem e documentação

Priorize registro técnico e testes funcionais para assegurar conformidade real e durabilidade da vedação corta-fogo.

Implemente checklist, peças certificadas e manutenção programada para garantir operação contínua e conformidade com padrões de segurança.

Fabricação, fornecedores e compras: escolher portas corta e serviços de fabricação

Escolher fabricante e fornecedor impacta diretamente o desempenho e a conformidade da instalação de porta corta fogo; priorize critérios técnicos, lead time e histórico de testes para garantir resultados previsíveis.

Critérios práticos para seleção que reduzem retrabalhos

Exija documentação técnica completa: certificados de ensaio, classe de resistência e desenho executivo. A fabricação deve contemplar folhas, armação e selos cortafogo conforme norma, com tolerâncias de montagem. Na aquisição, compare lead time, garantia e condições de retrofit para que a instalação de porta corta fogo não gere atraso no cronograma e assegure resultados medíveis em inspeções.

Avalie fornecedores por amostras e visitas à fábrica: inspeção visual de soldas, aplicação de intumescentes e testes de controle de qualidade. Contratos de fornecimento devem incluir servicos de pré-montagem e inspeção em obra. Prefira quem oferece relatórios NBR ou EN e simulações térmicas; isso reduz risco de não conformidade durante a instalação de porta corta fogo e acelera aceitação pelo corpo de bombeiros.

Na compra, estruture pedidos com especificações de campo: sentido de abertura, montagem forjada ou pré-fabricada, acessórios e folgas para ferragens. Negocie servicos pós-venda — correções em obra e substituição de componentes — e cláusulas de SLA. A fabricação alinhada a esse escopo reduz variações e assegura que a instalação de porta corta fogo entregue os resultados esperados sem retrabalho.

  • Critérios técnicos: certificações, ensaios e desenhos executivos
  • Logística: lead time, embalagens e condições de transporte
  • Serviços: pré-montagem, inspeção em obra e garantia

Indicador relevante

Detalhe explicado

Certificado de ensaio

Confirma a classe de resistência ao fogo; impacto direto nos resultados de conformidade durante a instalação de porta corta fogo

Serviços pós-venda

Inclui ajustes em obra e substituição de componentes; reduz tempo de inatividade e garante resultados funcionais

Exija relatório de ensaio e cláusula de SLA que cubra correções em obra para evitar falhas após instalação de porta corta fogo.

Padronize especificações e SLA com fornecedores: isso converte fabricação consistente e servicos confiáveis em resultados previsíveis na instalação de porta corta fogo.

Segurança e manutenção: garantir funcionamento com inspeções, extintores e serviços periódicos

Rotina de manutenção focada garante portas corta-fogo operantes: inspeções programadas, integração com extintores e verificação de componentes evitam falhas em emergência e elevam segurança operacional do edifício.

Checklist prático para manter portas corta-fogo sempre prontas

Inspeções visuais mensais e testes semestrais asseguram que dobradiças, batentes, selos intumescentes e ferragens estejam íntegros. Técnicos devem documentar cada verificação com data e assinatura; isso facilita a rastreabilidade e permite comparar resultados ano a ano. Integrar checagens com rotinas de extintores aumenta a eficiência: quando um técnico revisa uma porte, pode checar também os extintores próximos, reduzindo deslocamentos e custos operacionais.

Serviços de manutenção preventiva trimestrais corrigem ajustes de alinhamento, lubrificação e calibração de mecanismos de fechamento automático. Substituir selos intumescentes desgastados evita perda da classificação de resistência ao fogo; um selo comprometido reduz tempo de resistência estimado em até 50% em situações reais. Combine serviços com inspeção de sistema de detecção e monitoramento de fumaça para garantir coordenação entre equipamentos e comportamento da rota de fuga.

Procedimentos pós-serviço incluem teste funcional completo: fechamento automático com temporizador, travamento magnético quando aplicável e verificação de folgas. Registre resultados em planilha ou sistema CMMS para gerar alertas de nova intervenção quando necessário. Treine equipes internas para verificar diariamente visão geral e acionar servicos programados quando desvios excederem tolerância — isso garante conformidade contínua e melhores resultados em auditorias de segurança.

  • Inspeção visual mensal: selos, dobradiças, fechos e alinhamento
  • Serviços preventivos trimestrais: lubrificação, reposição de selos e ajuste de travas
  • Integração com extintores: inspeção conjunta e sinalização de acesso livre

Indicador relevante

Detalhe explicado

Intervalo de inspeção

Mensal (visual) / Semestral (funcional) — reduz falhas críticas em até 70%

Tempo médio de correção

48–72 horas para serviços prioritários; métricas ajudam a priorizar intervenções

Registrar cada intervenção em CMMS transforma inspeções em evidência operacional acionável para auditorias e seguros.

Estabeleça cronograma de inspeções, combine servicos com revisão de extintores e monitore indicadores para garantir operação contínua da porta corta-fogo.

instalação de porta corta fogo: considerações especiais para garantir conformidade e resultados

Instalação de porta corta fogo exige verificação documental, medição precisa e escolha correta do modelo. A porta corta deve corresponder ao projeto de segurança, garantindo selagem, resistência e compatibilidade com o ambiente.

Atenção aos detalhes que definem conformidade

Priorize a instalação de porta corta fogo com base em especificações do fabricante e normas locais. Meça folgas reais na obra, especifique o sentido de abertura e confirme procedimentos de fixação; falhas nesses pontos comprometem vedação e resistência ao fogo. Exija laudos e fichas técnicas que comprovem ensaios e certificação conforme abnt, evitando adaptações improvisadas que anulam garantia e desempenho.

Na execução, sincronize ferragens, guarnições e dispositivos de fechamento com o tipo de abertura projetada. Uma porta corta com cunha insuficiente ou guarnição mal assentada permite passagem de fumaça e calor. Use instalações de vedação intumescente e travamento mecânico testados; registro fotográfico do processo facilita auditoria. Exemplos reais mostram redução de não conformidades em 70% quando checklists baseados em abnt são aplicados.

Teste funcional pós-instalação: ciclo de abertura/fechamento, integridade das vedações e ensaio de fumo com sensores. Documente a instalação de porta corta fogo com termo de responsabilidade, instruções de manutenção e plano de inspeção anual. Ajustes finos na folga e alinhamento evitam deformações sob calor, e escolha do modelo compatível ao padrao de resistência térmica garante desempenho contínuo em rota de fuga.

  • Verificar certificação e ficha técnica antes da compra
  • Executar medições de folgas e sentido de abertura no local
  • Registrar execução, testes e plano de manutenção

Registro fotográfico e checklists baseados em abnt reduzem falhas críticas durante inspeção final.

Aplicar checklist técnico, exigir certificados e documentar testes assegura conformidade e resultados operacionais duráveis na instalação de porta corta fogo.

Conclusão

A instalação de porta corta fogo exige precisão técnica, verificação documental e coordenação entre projeto, fornecedor e instalador para reduzir riscos e preservar rota de fuga em situações reais de incêndio.

Pontos decisivos para execução e manutenção

Execução correta depende de checklists objetivos: medição de folgas, alinhamento de vãos, fixação dos quadros e teste funcional da mola e bloqueios. Essas etapas permitem garantir desempenho previsto em ensaios e evitam retrabalhos caros; equipe qualificada e cronograma de verificação reduzem não conformidades em obras residenciais e comerciais.

Documentação técnica deve acompanhar a obra: certificação do fabricante, relatório de ensaio e projeto de compartimentação. Instalar conforme especificações do fabricante e normas locais assegura compatibilidade entre vedação intumescente, ferragens e fechamento automático, evitando perda de resistência ao fogo e multas em inspeção de segurança.

Após a entrega, plano de manutenção preventiva é essencial: lubrificação anual de ferragens, verificação de vedantes intumescentes e ensaio funcional sem obstrução. Registros fotográficos de cada intervenção e etiquetas com data facilitam auditorias, comprovam responsabilidade técnica e prolongam vida útil do conjunto porta-quadro.

  • Vistoria inicial: confirmar medidas, tipo de proteção e requisitos do projeto de segurança.
  • Instalação: seguir torque, alinhamento e selagem conforme instruções do fabricante.
  • Teste e certificação: realizar fechamento automátrico e registrar resultados antes da entrega.

Priorize fornecedores com histórico de ensaios em laboratórios acreditados e assistência técnica local para resposta rápida pós-instalação.

Adote processos padronizados, contrate equipes certificadas e mantenha registros para reduzir riscos, cumprir normas e preservar segurança estrutural e humana.

Perguntas Frequentes

O que é necessário para a instalação de porta corta fogo em um prédio comercial?

Para a instalação de porta corta fogo em um prédio comercial são necessários componentes certificados (folha, batente, guarnições, fechadura e puxadores compatíveis) e materiais de vedação e selante devidamente especificados. É imprescindível seguir as normas técnicas aplicáveis, como NBR e requisitos do Corpo de Bombeiros locais.

Além disso, a instalação deve ser feita por profissionais qualificados que garantam alinhamento das dobradiças, fechamento automático com mola ou sistema hidráulico e integração com rotas de evacuação, mantendo a resistência ao fogo informada no certificado do fabricante.

Qual a diferença entre instalação de porta corta fogo e uma porta comum?

Uma porta corta fogo é projetada para resistir à passagem de chamas e calor por um período determinado e, por isso, exige materiais e montagem específicos, como núcleos resistentes ao fogo, sistemas de vedação intumescentes e certificação de desempenho. A instalação inclui medidas adicionais para selagem e fechamento automático que não são necessárias em portas comuns.

Portas comuns não têm requisitos de resistência ao fogo nem necessidade de testes de estanqueidade térmica e fumaça. Por isso, a instalação de uma porta corta fogo exige atenção às normas, ao certificado de conformidade e à equipe técnica especializada.

Quais são os principais cuidados após a instalação de porta corta fogo?

Após a instalação, é importante realizar a inspeção inicial para confirmar o correto funcionamento do fechamento automático, o isolamento com selantes e a presença de guarnições e vedações intumescentes. Deve-se também conferir a documentação técnica e o certificado de resistência ao fogo fornecido pelo fabricante.

Manutenção periódica é fundamental: verifique dobradiças, molas, fechos e integridade das vedações. Registre inspeções e reparos para atender exigências de segurança e do Corpo de Bombeiros, garantindo que a porta mantenha sua funcionalidade contra fumaça e fogo.

Quanto tempo demora uma instalação de porta corta fogo e qual o custo médio?

O tempo de instalação varia conforme o tipo de porta (aço, madeira ou vidro cortafogo), ajustes na alvenaria e necessidade de adaptação do batente. Em geral, uma instalação padrão leva de algumas horas a um dia útil por unidade. Projetos maiores ou com obras de encaixe podem levar mais tempo.

O custo médio também varia com material, classificação de resistência ao fogo, acessórios (molas, fechaduras, borrachas intumescentes) e mão de obra especializada. É recomendável solicitar orçamentos detalhados e verificar certificações para comparar preço e qualidade antes de contratar.

A instalação de porta corta fogo exige aprovação do Corpo de Bombeiros?

Sim. Em muitos municípios a instalação de portas corta fogo faz parte do projeto de prevenção contra incêndio e precisa ser aprovada pelo Corpo de Bombeiros para emitir o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). A exigência depende do uso e do porte do edifício, conforme legislação local.

Por isso, ao planejar a instalação, verifique a regulamentação local e inclua no projeto as especificações técnicas e ensaios de resistência ao fogo. A documentação e as certificações do fabricante são essenciais para a concessão da aprovação.

Como escolher o fornecedor ideal para instalação de porta corta fogo?

Escolha fornecedores com certificação dos produtos, experiência comprovada em instalações conforme normas técnicas e boas avaliações de clientes. Verifique se a empresa realiza fabricação ou fornece portas com laudos e ensaios de resistência ao fogo, além de oferecer instalação e assistência técnica.

Pergunte sobre garantia, manutenção preventiva e se o serviço inclui ajuste de vedação, testes funcionais e emissão de documentação técnica. Um bom fornecedor orienta sobre selantes intumescentes, manutenção das molas hidráulicas e adaptações necessárias para segurança e conformidade legal.

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